Nesse ano venho notando muitas coisas em relação as pessoas que nos rodeiam. Nesse ano, pude perceber o quão hipócritas são. Pessoas nas quais, não acreditam em mudanças. Pessoas que desenvolvem uma ideia na qual que você nasce de um jeito e morre de tal forma. É… Isso realmente me assusta. Mas o pior, não é isso. E sim, o fato delas não acreditarem em mudanças bruscas, não acreditarem no tempo, não acreditarem em iniciativas. É complicado descrever o quanto isso me corrói. É ruim conviver com uma sociedade que rotula, se limita e julga. Você não pode expor suas opiniões que já é taxado como copista, invejoso, infeliz ou que cuida da vida alheia. Qualquer rede social que você cria, vira fonte de críticas. Hoje, pessoas possuem e ao mesmo tempo não possuem a liberdade de expressão. O pré conceito sempre estará ao redor delas, reprimindo-as. E o medo de revelar-se só aumenta. Vim nesse texto compartilhar o que penso sobre o mundo que vivemos. Vim aqui escrever para descarregar o peso que só acumula. Não estou para ser melhor que alguém porque não sou. Humanos erram. A vida não tem manual de instruções. Só queria que aceitassem a mudança. Só queria que tolerassem o fato de que a pessoa escolheu ser quem é independente se é por inspiração de outra ou por ser “moda”. O tempo não cura. O tempo reconstrói. Ao decorrer dele, opiniões mudam, ideias são formadas e hipóteses concretizadas. É isso que precisam entender. Eu vivo isso todos os dias. Recebo palpites o tempo todo. Estou feliz com quem sou menos com quem convivo. Estou satisfeita comigo mesma. Estou me agrandando sempre, pensando em mim. E isso não é egoísmo. É amor próprio. Se todos tivessem, o bom senso espalharia ao ar. Aos que leram, obrigada. As escolhas são suas. As consequências também. Saibam que eu não nasci para agradar todos e nem para incomodar outras vidas. Só quero viver em paz. Ser quem eu quiser. E não ter que dar satisfações sobre o que vivi.